NOVIDADES FRESQUINHAS

Olá malta,

Hoje venho deixar-vos uma novidade. Embora o canal já exista desde que criei o blog, nunca coloquei lá nenhum vídeo. Ao longo deste ano de blog, algumas de vocês e das seguidoras do instagram, foram me dizendo para eu me tornar “youtuber”. O certo, é que eu já tinha essa vontade, mas ainda não tinha tido oportunidade. Se pensarmos muito nas coisas, acabamos por nem as fazer, e assim sem pensar muito, recolhi algumas das vossas opiniões e lá vou eu criar conteúdos para o canal.

Deixo-vos ficar o link do canal. Subscrevam e partilhem comigo o que gostavam de ver por lá.

Beijocas.

https://m.youtube.com/#/channel/UCN73hTIW6IwuoYLkYorlv0w?view_as=subscriber

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RISOTTO AI FUNGHI

Olá malta, como prometido,

deixo-vos ficar a minha receita super saborosa de um risotto de cogumelos. É uma receita muito simples e de fácil execução. Podem sempre adaptá-la, colocando outros ingredientes. Eu cá optei por colocar:

– Cogumelos;
– Vinho tinto;
– Alho em pó;
– Oregãos;
– Caril;

MODO DE CONFEÇÃO

Tenho o hábito de colocar os ingredientes todos a frio e na preparação do risotto, não podia ser diferente. Outra coisa que faço quase sempre, é colocar tudo a olho nú , nunca tenho uma medida nem quantidade certa. Coloquei numa panela média, não muito funda, o azeite, o alho em pó, os oregãos e dois copos de arroz integral. Passados mais ou menos 3 minutos, depois de já ter misturado tudo e ter deixado o arroz aquecer um pouco, coloco meio copo de vinho tinto e a água. Como queremos fazer um risotto, devemos colocar sempre mais água para que ao contrário do arroz seco, fique mais empapado. 

O arroz integral demora mais a cozer, por norma, demora cerca de uma hora o que também vai pedir mais um pouco de água. De seguida, coloco uma colher de chá de caril e coloco os cogumelos e já está. Passado mais ou menos uma hora está pronto a servir. Esta foi uma das receitas que adaptei ao meu novo estilo de vida. Se alguns de vocês estão como eu neste novo desafio, já têm aqui mais um receita para porém em prática. Espero que gostem e que partilhem comigo quando cozinharem esta receita.

Beijocas

 

 

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UMA ESCOLHA PARA A VIDA

Há cerca de uma semana,

decidi mudar a minha vida, as minhas escolhas.

Devo dizer-vos que nunca fui uma amante de carne. Era algo que comia de vez em quando, maioritariamente fora de casa. Quanto ao peixe, já era outra conversa, poís desse eu gostava e muito, assim como alguns lacticínios (queeeeeeijo). Quando embarquei nesta aventura de perder uns quilos a mais (há 4 anos atrás), acabei por reduzir determinados alimentos e a carne foi uma delas.

Nunca tinha pensado sobre o vegetarianismo e o mundo vegan, era um tema sobre o qual ainda não me tinha dado ao trabalho de debruçar. O que é certo, é que há umas semanas atrás, em conversa com a minha prima Sofia, o assunto veio à baila e decidimos ver (ela em Paris e eu em Aveiro) alguns documentários centrados nestas questões. 

Bem, devo dizer-vos que não é algo que se consiga ver facilmente, são sem dúvida documentários que nos fazem repensar nas nossas escolhas de vida. Aquele que vi primeiro chama-se “Cowspiracy” que aborda de uma forma bem realista a insustentabilidade do nosso planeta. E agora vocês perguntam, mas o que é que isso tem a ver com o mudar de alimentação? TUDOOOO!!! O que não falta neste tipo de documentários, são opções plausíveis para deixarmos de consumir carne, de comer animais.  Este primeiro documentário fez-me logo querer mudar, fez-me repensar numa série de crenças e hábitos que já me eram intrínsecos. Se pensei nas questões do planeta?   pensei, claro que pensei, mas confesso-vos que não foi nunca essa a principal razão que me fez mudar. A principal razão foram os animais.

cowspiracy-poster

Abalada com “Cowspiracy”, decidi que era a altura ideal para dar continuidade à minha mudança e assistir a algo mais aterrador, mais realista, que na minha opinião todos nós sabemos destes acontecimentos mundiais, mas tal como eu, não tomamos consciência plena destes acontecimentos para não termos de lidar com a realidade. Malta, se com o documentário anterior verti umas lágrimas, com este, eu abri mesmo a torneira. O filme  “Earthlings” (Terráqueos, em português) mostra-nos o funcionamento das fazendas industriais e relata a dependência do ser humano pelos animais para obter alimentação, vestuário, diversão e experiências científicas.

Posso dizer-vos que dormi mal a noite toda, “Earthlings” virou-me ao contrário e deu-me um murro no estômago. A partir daqui, foi fazendo tudo sentido, deixei de me debater com algumas questões, como por exemplo, o porquê de alguns países da Ásia comerem cães. Ensinam-nos a amar um determinado tipo de animais e a torná-los como os nosso animais domésticos, mas onde ficam os outros? não podem ser amados? não podem ser domésticos também? Não me cabe a mim fazer as vossas escolhas, nem muito menos criticar o que comem ou não. A mim, cabe-me a minha consciência, a minha “pegada” no planeta. É claro que já comi muita carne, muitos animais, que já usei muitos produtos que foram testados neles e tenho outros que são em pele. O que importa é que a partir da minha escolha isso fique para trás, porque eu não posso mudar o que já fiz, mas posso mudar o que irei fazer. 

EarthlingsPoster_copy

O meu caminho até aqui ainda é minúsculo, mas digo-vos de coração, que é reconfortante e positivo aquilo que me espera pela frente. Tenho andado a pesquisar inúmeras receitas, alternativas e documentários que abordem estas questões todas. É claro que vou ter saudades do sushi, daqueles hambúrgueres e de todo tipo de queijos que já provei, porque era algo que eu realmente gostava de comer. Tenho tido alguma dificuldade na seleção de produtos de consumo porque em quase todos, está presente um derivado qualquer. Acredito que a longo prazo, deixarei de ter essa dificuldade. 

Deixo-vos ficar os nomes dos documentários que vi. Espero sinceramente que o meu testemunho vos suscite curiosidade e que também vejam esses documentários. 

Beijocas

Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade (Netflix)

Earthlings (Youtube)

What the Health (Netflix)