VIBES DE VERÃO

Olá amores,

O sol veio para ficar e veio praticamente em modo verão. Finalmente mudei de casa, foi sem dúvida uma tarefa árdua, mas já está e o que tem que ser tem muita força. Prometo-vos que mal consiga, partilho com vocês um pouco mais sobre esta experiência e sobre a casa nova. 

O que venho partilhar com vocês hoje, é mesmo o meu primeiro dia de praia. Sim, ouviram bem é o primeiro dia de praia e no inicio do mês de Abril. Andava desejosa para ter um daqueles dias em que estamos literalmente à tosta.  A melhor parte é que não foi um, mas sim três dias a “praiar” o que já deu para repor alguma cor, ainda que pouca, pois estive cerca de duas horas por dia ao sol. 

Espero que mais dias como estes se avizinhem. Deixo-vos ficar os bikinis escolhidos, são todos desta coleção. Espero que gostem. 

Beijocas 

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Bikinis: Calzedonia | Jeans: Zara | Sapatilhas: Pull&Bear | Swimsuit: Calzedonia | Óculos de sol: Ray-Ban

DIETA, PARANÓIA OU SAÚDE

Quando abordamos este tipo de temas, geramos sempre, ou quase sempre, certas incongruências. Não é que sejamos apenas nós, a criá-las diretamente, acho que por diversas vezes, são mesmo os outros que fazem uma interpretação errada dos temas. Mas opiniões à parte, vou falar-vos do meu processo de emagrecimento/saúde.

Nunca me conheci como uma pessoa gorda, no entanto, com a entrada na Universidade, deixei a casa dos pais e a comidinha da mãe. Todo esse processo de adaptação, ganhou novas rotinas, jantaradas, saídas, noites mal dormidas, comidas pré-congeladas e fast food pelo meio. Com o passar dos anos este estilo de vida começou a refletir-se, e ao fim de 6 anos tinha passado dos 48 kg para os 58 kg. No entanto, engane-se quem pensa que se notava assim tanto o meu peso a mais.

A maioria das pessoas que convivia comigo, sempre achou que eu estava bem, no entanto eu estava sempre insatisfeita. Começava logo pelo tormento da roupa todos os dias, sempre uma luta para me sentir mais confortável e menos “gorda”. Relativamente à saúde, recordo-me que “o meu forte” eram as crises de vesícula/estômago, cerca de 3 a 4 vezes por ano lá tinha eu as ditas cujas.

Não estou a falar apenas de peso a mais a nível do aspeto físico, mas a nível do aspeto interior do meu organismo. No ano em que atingi o meu peso máximo (58kg), antes de iniciar o processo de perda de peso, inscrevi-me no ginásio, 3 vezes por semana lá ia eu religiosamente. Mas, mais uma vez, não surtiu qualquer tipo de efeito, e porquê? Pois…não fechava à boca!

Um dia, lá acordei toda revoltada da vida, e disse à minha mãe, (recordo-me perfeitamente das palavras) “mãe estou farta, quero fazer uma lipoaspiração às pernas”. A mulher ficou perplexa a olhar para mim, e eu, só repetia o mesmo. Ás tantas diz-me ela, já fartinha de me ouvir, mas tu és doida?! Sabes o que isso implica? “MÃAAAEEEE??? Claro, já fui a um cirurgião e tudo, diz que me tira cerca de 1 litro de gordura de cada perna”. Bem…juro-vos, até a mim me custa pensar naquilo que eu estava disposta a fazer. Estamos a falar de uma cirurgia, algo sério, com implicações para o nosso organismo. Pior, é um médico não nos dar qualquer tipo de conhecimento das opções mais saudáveis antes de partirmos para uma escolha tão drástica.

Obviamente, a minha mãe não me deu conversa nenhuma, e no dia a seguir eu já nem pensava nisso. Estão a ver aquelas ideias estúpidas que nos passam pela cabeça pelo menos uma vez na vida? Esta foi a minha.

Decidida a fazer algo por mim e pela minha saúde física, fui ao “milagreiro do norte” da perda de peso, fui à clínica do Dr. Fernando Póvoas. Já conhecia algumas pessoas e amigas que tinham frequentado a clínica e, tinham-me dito maravilhas, que os resultados eram espetaculares e que nos prescrevia uma medicação que nos auxiliava na perda de peso.

Gente…2 pontos muito importantes, estamos a falar de químicos que são utilizados para diversas patologias e são manipulados de forma a se concentrarem em apenas um comprimido. Somos acompanhados por médicos de clínica geral, ou seja, apesar de nos darem um panfleto com os alimentos a evitar e com o tipo de refeições que devemos fazer, não fazem um trabalho de reeducação alimentar.

Aqui esta o segundo ponto fulcral deste tipo de dietas, se não reajustarem os hábitos alimentares, esqueçam os milagres, até porque a medicação não é para a vida e depois voltam ao mesmo ciclo vicioso ou até pior.

Como foi então a minha experiência? Muito positiva, ao fim de 1 mês e meio já tinha perdido 6kg e ao fim de 4 meses já pesava 49kg. Ou seja, menos 9kg ao todo.

Não estão bem a ver, todas as pessoas me diziam, “estas tão magra”, “gostava mais como estavas antes”, “acho que perdeste peso a mais”, era raro alguém me dizer “bem, estas ótima”. A parte boa, é que eu sentia-me maravilhosamente bem assim, sentia-me eu. Ao final de 9 meses de medicação contínua, cortei radicalmente a toma e procurei a ajuda de uma nutricionista.

Recorri à Dra. Ana Bravo, que me ensinou alguns truques alimentares, como por exemplo, consumir outro tipo de hidratos de carbono e afins (mas prometo abordar o tipo de alimentação noutro post) juntamente com uma medicação homeopática. Resultou muito bem e mantive os 50/51kg.

Ainda nesse ano, 2014 decidi voltar à rotina do exercício físico. Foi um processo gradual, até porque eu era muito preguiçosa no que toca ao exercício físico, mas digo-vos, não vivo sem ginásio atualmente, vou religiosamente 3/4 vezes por semana e aí sim, vi resultados muito satisfatórios.

Hoje em dia, continuo a ser acompanhada por uma nutricionista (com outros objetivos), com quem desde do início, estabeleci uma relação bastante empática. Algo que é fundamental para o sucesso de ambas as partes. A Dra. Dinora que é quem me acompanha, é licenciada em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e tem ainda uma pós-graduação em Nutrição Clínica, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. De momento encontra-se em fase de conclusão da tese de Mestrado de Nutrição Clínica na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

Contudo, gostaria apenas de vos esclarecer, que eu inicialmente, optei pelo método mais fácil (medicação) mas, existem diversas formas hoje em dia de perdermos peso. O que principalmente tem que se destacar neste processo, é a nossa força de vontade. Não pode faltar motivação nem autocontrole. Felizmente e devido ao curso que tirei, foi algo que fui trabalhando e desenvolvendo e ajudou-me bastante.

Relativamente à minha ideia estúpida, queria referir, que no meu caso, não se justificava de todo. Nunca me submeti a qualquer tipo de cirurgia estética e não sou daquelas pessoas que condena ou diz “eu nunca”. Cada um faz e principalmente tem o direito de fazer o que achar melhor para a sua vida. Não abordem é este tipo de tema com ligeireza, infelizmente ainda se pode morrer numa cirurgia.

Tenho 1,62 cm e peso atualmente 49 kg. Mas o mais importante é a percentagem de gordura que tenho no meu corpo, que é 14%. A balança comum (a doméstica), não passa de um medidor irrealista, só as balanças que medem a nossa composição corporal é que são fiáveis. 

Por isso, se estão a pensar iniciar um processo de perda de peso, ou até mesmo reajustar hábitos alimentares, aconselho-vos a procurar a ajuda de um profissional especializado na área.

Como habitual, deixo-vos alguns links.

Beijocas.

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 http://dinorabastos.blogs.sapo.pt/ 

https://www.facebook.com/dinorabastoshealthycorner 

Dá apoio em várias clínicas:

Lisboa (Clinica Milénio);

Aveiro  (Body Luxury Clinic);

Águeda (Cliria- Clinica da Luz, Espaço Saúde);

Nutricionista no Hospital de Aveiro (Empresa EUREST);

Promove vários workshops, palestras e cursos para diferentes grupos alvo;

 Participação em alguns programas de TV.

JÁ PASSOU UM ANO

Quando penso nisto até parece mentira, cliché eu sei, mas é a verdade, o tempo tem passado tão rápido nestes últimos anos.

Hoje decidi falar-vos da minha ida, há precisamente 1 ano atrás, à Republica Dominicana, mais concretamente a Bávaro. Mas, antes de falar de tudo o que englobou esta viagem, tenho de vos contar um pouco mais de mim.

Como alguns de vocês leram no meu primeiro post, eu passei parte da minha infância em Roma, o que envolvia muitas viagens de avião, ora com familiares, ora com hospedeiras. Até ver tudo tranquilo, as nuvens eram algodão e as viagens de regresso a Portugal eram mel. O certo é que não me custava nadinha, e verdade seja dita, nada como sermos crianças e sermos despreocupadas e desligadas de certos medos.

Pois é, mas isso era antes, agora “pelo-me” de medo de andar de avião, é um massacre. Mas, se se lembram bem, eu amo viajar, mas como tudo na vida, existem os prós e os contras. Queres viajar? Faz-te à vida menina Joana e deixa o medo em casa.

E pronto, no dia anterior já não durmo tão bem e na hora de embarque já estou com as mãos a pingar, mas vou! Lá estou eu, sentadinha no meu lugar a apertar a mão com toda a força ao meu marido, coitado, quase a dormir, ou melhor a entrar no décimo sono, e lá vou eu relembrá-lo que também treino força quando vou ao ginásio. E agora perguntam-se vocês, mas não és psicóloga? Certinho, e tenho os meus truques, mas, já dizia o outro, “casa de ferreiro, espeto de pau”. Aquilo lá descola e tal e às tantas já estou eu a pedir batatas fritas e afins, só me acalmo a depenicar porcarias.

E como fui eu, Joana Medricas da Silva parar a Punta Cana, com 8 horas de viagem pela frente? Gente nem eu sei. Fui de direta para conseguir ir a dormir e claro, levava comigo um comprimido mágico. Na hora da verdade zero, não usei o comprimido, a inteligência despachou-o para o porão. Bem, quando entro naquele mega avião e começa a ficar cheio, lá vem aquele filme de sempre que só me faz dizer “mas porque é que eu me meto nisto”, “estava tão bem em casa”, “mas porquê?

Passado 2 horas já não havia Joana Medricas da Silva, dormi 4 horinhas que me souberam pela vida. Entre filmes e desconstrução de medos, lá cheguei eu ao Caribe.

Sente-se logo uma humidade terrível, passado umas horas só pensava, “mas eu trouxe quantas pernas comigo?” quem tem problemas de circulação como eu, percebe bem o que quero dizer.

 Falemos de coisas melhores, ficámos num dos melhores hotéis da zona e fomos num regime tudo incluído que é o que compensa nestes países. Foram 7 dias muito bem passados, pelo meio fizemos amigos, ou melhor eu fiz, porque o meu marido já os conhecia, e estivemos praticamente o resto das férias juntos.

Relativamente a excursões, a que na minha opinião não podem deixar de fazer, é a da visita à Isla Saona. Bem, aquilo sim é um paraíso, tinha ficado lá as férias todas. Mas é algo que é impossível, pois estamos a falar de uma reserva natural, que naturalmente não tem hotéis. Quanto à comida do hotel, a opinião geral, de quem estava comigo e de quem passa por lá, é que é boa, que gostam. Não falta variedade, tem pratos de diversos países. Consoante o pacote de férias que escolherem, poderão ter direito a mais ou a menos refeições nos restaurantes típicos. Na minha opinião, nada de especial, faltava-me a minha rica gastronomia portuguesa.

Conclusão, hotel e condições espetaculares, comida média, água “quentérrima” e companhia perfeita.

Deixo-vos apenas um alerta, tenham muito cuidado com a água canalizada. Não é potável, aqui a menina, logo no primeiro dia lavou os dentes tranquilamente com a água da torneia. Resultado: passei a semana maldisposta, daí eu não ter apreciado tanto a comida deles, até mesmo as frutas. Se escolherem a mesma cadeia de hotéis em que me hospedei, só posso falar de onde estive, lavem com a água que vos é deixada diariamente na casa de banho, para além da água que deixam na suite. Se estão a ponderar ir para esses lados, façam-no, vão amar. Qualquer dúvida ou curiosidade disponham.

No final deixo-vos alguns links.

Beijocas.

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http://www.orbest.com/pt/a-nossa-frota/

http://www.bahia-principe.com/pt/resorts-na-republica-dominicana/resort-bavaro/

FÉRIAS

E por falar em férias, quem não gosta de umas boas férias? Quem diz boas, diz ótimas, diz maravilhosas, diz o que bem entender, quer é ir e ponto! Cada um certamente tira as suas férias quando pode e consoante aquilo que pode arcar. Eu cá não sou nadinha esquisita, só preciso de praia e praia e não sei se já disse PRAIA.

Este ano, decidimos ficar mesmo pelo nosso País (Portugal tem de facto praias espetaculares). A melhor parte das férias, no meu ponto de vista, é mesmo o facto de nos desligarmos das rotinas laborais (nem todos conseguem essa proeza), de estarmos um pouco mais com as pessoas que fazem parte da nossa vida e principalmente aproveitar melhor o tempo com elas e connosco. Sim, porque é realmente importante sabermos estar “a sós” e nem todas as pessoas gostam de estar de férias rodeadas de pessoas, existem mesmo aquelas, que preferem dedicar-se a elas mesmo, o que é legitimo.

No meu caso, nem tanto ao mar, nem tanto à terra (como se costuma dizer) mas, tenho sempre a tendência, e cada vez mais, para “poucos e bons” e  efetivamente foi algo que se concretizou e lindamente. Mas falando das minhas férias, este ano passamos então por alguns sítios do nosso belo Portugal. De Setúbal ao Algarve (que não posso deixar de referir, que estava com as melhores temperaturas marítimas de sempre, um caldinho) finalizando pelo centro (mais em concreto onde moro atualmente, Aveiro) e norte do País, de onde sou natural. Para quem tal como eu ama praia, ficam aqui as praias por onde passei.

Beijocas

 

Praia do Tamariz

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Praia do Portinho da Arrábida

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Praia do Ribeiro do Cavalo

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Praia da Cova Redonda

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Praia da Senhora da Rocha

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Praia do Carvalhal

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Praia (não sei confesso) entre Porto Covo e São Torpes

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Praia da Costa Nova

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Praia da Aguda 

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Tenho Vestido: Calzedonia, Cantê, Missguided, Asos, Zara e Women’secret.